Jovem relata vitória após sequelas da Covid-19

 Jovem relata vitória após sequelas da Covid-19

A jovem de 30 anos, Lívia Lourenço, foi diagnosticada com Covid-19 em dezembro do ano passado, mas as complicações da doença estão presentes na vida dela até hoje. Após quase três meses de diagnóstico positivo, ela foi encaminhada à fisioterapia respiratória para auxiliar no processo de recuperação no Centro de Educação e Saúde Ninota Garcia, da Universidade Tiradentes.

De 05 de março a 16 de abril, Lívia passou por 10 sessões de fisioterapia. Durante o diagnóstico e tratamento contra a Covid-19, ela afirma ter sido negligenciada durante a busca por tratamento já que mesmo após ter pneumonia, dores pulmonares e fibrose no pulmão, ela não teria sido internada.

Segundo ela, se sentiu acolhida no Centro de Saúde da Unit de uma forma que acabou o medo que ela estava sentindo. Para ela, as sessões foram mais que importantes, foram essenciais para a melhora de sua qualidade de vida. “Foram 10 sessões e as melhoras são muito visíveis. No primeiro dia, me lembro de não conseguir fazer quase nada, era uma exaustão tão grande, mas eu sabia que aquilo era necessário para eu progredir”.

Com a fisioterapia, ela tem recuperado a alegria, já que foi por meio das sessões que ela também recuperou sua independência, afinal, já estava sem conseguir falar direito, o que mexia na sua autoestima.

A professora Luciana Zago, que coordenou a equipe durante suas sessões de fisioterapia, reforça que é gratificante ser fisioterapeuta e poder reabilitar e ajudar tantas pessoas neste momento. A professora relembra o quadro clínico da  Lívia quando chegou no Ninota Garcia.

“Ela chegou com fraqueza generalizada, falta de ar, dor torácica e foi recebida pelos alunos e a equipe, onde foi dada toda assistência”.

Lívia completou 30 anos no último dia 21, e relembra que no dia do aniversário se emocionou. “Lá no Ninota Garcia eu conheci vários anjos, eles são muito incríveis! Não tem como falar e não me emocionar porque foi um lugar onde eu e a minha família recebemos muito carinho! Eu não acredito em coincidências, eu acredito em propósitos. Talvez se eu não tivesse sido encaminhada para o Ninota, eu poderia não ter comemorado meu aniversário”, afirma.

No dia 16 de abril aconteceu sua décima e última sessão de fisioterapia. “Eu confesso que quase não dormi porque fiquei muito ansiosa. Era o meu último dia e eu estava em êxtase! Hoje eu sei o quanto a fisioterapia me ajudou e me deu qualidade de vida e ainda está me proporcionando, já que ainda estou fazendo exercícios em casa”.

Assessoria de Imprensa | Unit

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