Crise política vai aumentar e tensões entre extremos devem ficar mais acirradas

 Crise política vai aumentar e tensões entre extremos devem ficar mais acirradas
Por Habacuque Villacorte

O cenário político é de profunda instabilidade em todo o País e, em Sergipe, não é diferente. Há muita disputa em jogo, os interesses são diversos, mas todo mundo está de olho na eleição presidencial do próximo ano. A “grande mídia” não está medindo as consequências de tanta inconstância e tenta “apagar o incêndio” com “gasolina”! Há um movimento ordenado para desestabilizar e tentar destituir o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a todo custo. Este, por sua vez, mesmo diante de tantas pressões, ainda tem conseguido manter estável sua base de apoio natural (cerca de 30%).

 

Bolsonaro não tem recuado, segue em frente e ainda comanda uma boa “fatia” na opinião pública. Ele demonstra que se prepara para esse embate mais acirrado com a oposição. Por sua vez, estimulados por seus adversários, alguns segmentos se mobilizam do outro lado, o que só contribui para aumentar a crise política no País e fará crescer a instabilidade nos próximos meses. A perspectiva é que os conflitos entre extremistas evoluam e, com a diminuição dos casos da pandemia, estas tensões podem ganhar as ruas.

Alguns setores tentam “navegar” em meio a esse conflito, mas o cenário é de muita disputa e, por enquanto, não existe espaço para uma “terceira via” no País. Não custa lembrar que as pressões sobre o governo federal, nesse período em 2020, eram grandes, com a queda de dois ministros da Saúde, e meses depois, antes do final do ano, o presidente conseguiu contornar o desgaste e apresentou uma recuperação, antes da segunda onda da pandemia. Com a diminuição dos casos, com a vacinação da população em alta, fica a expectativa para o “comportamento dos extremos”…

Nenhum nome da “terceira via” se apresenta como tendência de liderança. Há no momento uma acentuada polarização entre os eleitores de Bolsonaro e do ex-presidente Lula. Neste momento a imprensa precisa assumir seu verdadeiro papel social, deixando de lado a “militância” para o “lado A” ou para o “lado B”, até porque, como formadores de opinião, insistentes e repetidas narrativas só vão aumentar as tensões entre os extremos, o que não soma para a sociedade e que, inclusive, pode acabar sendo prejudicial para a própria “grande mídia”.

Por enquanto, o que se vê, pelo menos nas redes sociais, é a antecipação do processo eleitoral de 2022, com muitos conflitos entre petistas e bolsonaristas. Se a tensão aumenta, também cresce a instabilidade no País, atingindo diretamente, por exemplo, a economia. E logo agora, quando os governantes vislumbram o momento de retomada, da renda e do emprego, das oportunidades e dos investimentos, com a diminuição dos casos de infectados com o coronavírus. O cenário é completamente indefinido, não existem vencedores ou vencidos. Tudo pode acontecer, inclusive nada…

Veja essa!

Mesmo ciente de que constitucionalmente o presidente da República não pode ser investigado, durante seu mandato, por supostos atos registrados no passado, o senador por Sergipe, Alessandro Vieira (Cidadania) agora defende a “CPI da Rachadinha”, sabendo que ela não pode ser instalada.

E essa!

Chama a atenção a “velha prática” do senador Alessandro Vieira, que em seu primeiro mandato chegou condenando a “velha política”. Em 2018, Alessandro “pegou carona” na “onda pró Bolsonaro” e agora quer ser candidato a governador combatendo o presidente. Oportunismo é pouco…

Palanque na CPI!

Quando se anuncia pré-candidato a governador em Sergipe, Alessandro passa criar “factoides” em BSB, defendendo prorrogação da CPI da Pandemia, instalação de outra CPI, além de “ameaçar” sua desfiliação do Cidadania. Sergipe tá sofrendo com tanto desemprego e o senador usando a CPI para fazer palanque em BSB. Assim não dá!

Alese

A Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) vai apresentar o Plano de Desenvolvimento Estadual Sustentável de Sergipe (PDES) 2020-2030, em uma Sessão Especial Remota, do plenário da Alese, nesta quarta-feira (7), a partir das 15 horas, com transmissão pela TV Alese canal 5.2 (tv aberta). O PDES faz parte das comemorações do Legislativo para os 200 anos do estado e foi construído em parceria com a Fundação Dom Cabral.

Luciano Bispo I

O presidente da Alese, deputado estadual Luciano Bispo (MDB), vislumbra essa apresentação como um grande presente do Poder Legislativo não apenas ao governo do Estado, mas ao povo sergipano em geral. “Quando a Alese contratou a Fundação Dom Cabral para a construção desse Plano, nós nem imaginávamos que iríamos enfrentar uma pandemia tão perversa. Agora que já enxergamos uma retomada de vários setores, esse Plano vai ajudar e muito ao governo a projetar suas ações para o futuro”.

Luciano Bispo II

Para Luciano Bispo a Assembleia de Sergipe faz história com a apresentação deste Plano sendo o primeiro Poder Legislativo do País a ter uma iniciativa tão exitosa e benéfica para a população. “Nós fazemos parte da Casa do Povo! Aqui nós legislamos e representamos os cidadãos. Nós temos uma preocupação com o presente que estamos vivendo, agora mais do que nunca nós temos que olhar para o futuro, para as próximas gerações”.

Luciano Bispo III

Luciano explicou que o mérito do Plano de Desenvolvimento não é de dele ou do governador Belivaldo Chagas, mas de todos em geral. “O que nós vamos apresentar nesta quarta-feira é um presente desta Casa não para mim ou para o governador, mas para o povo. Todos os deputados que estão somados neste Plano merecem este reconhecimento. É uma colaboração do nosso Poder com o Executivo, pensando na geração de emprego e renda para a nossa gente”.

O Plano

No processo de construção do Plano de Desenvolvimento, a Fundação Dom Cabral mapeou os setores produtivos do Estado em um processo de planejamento colaborativo, que teve cinco etapas de trabalho: diagnóstico, coleta de informações, análise de dados, produção e apresentação. Desde o princípio a proposta original tem sido de identificar as potencialidades de Sergipe para servir de base a um caminho sustentável.

Olha a Renascer!

O governo de Sergipe parece anestesiado quando se trata de oferecer à população uma resposta rápida sobre problemas e denúncias que são explicitadas. Alguns setores parecem “blindados” pelos órgãos de controle.

Chegou pra resolver I

Como o governador Belivaldo “chegou pra resolver”, a coluna apela que ele deve, urgentemente, despachar de dentro da Fundação Renascer, e buscar saber qual o grau de veracidade existente nas denúncias que foram explicitadas por este colunista desde o ano passado.

Chegou pra resolver II

Independente de TCE e MPE, o governador tem autoridade para exigir um esclarecimento imediato, e se possível determinar o afastamento de algum servidor que possa atrapalhar uma investigação administrativa. O que pode ser feito com maior celeridade. No Governo Federal, por exemplo, um servidor acusado de ter pedido propina, foi exonerado dois dias depois.

Olha a Saúde!

Claro que a imprensa coloca rapidamente na gaveta do esquecimento, mas operações da Polícia Federal como a que ocorreu na semana passada, no âmbito da Secretaria de Estado da Saúde, comprometem a imagem de qualquer gestor. E além de ficar na memória dos eleitores, fica também nos arquivos implacáveis dos adversários.

Abra do olho!

É fato que Belivaldo está governando praticamente sem oposição, mas quando se caminha para o final de mandato, alguns governantes encontram adversários inesperados. Não cabe esquecer que, no pleito de 2020, o governador foi acusado de uso da máquina por aliados do seu governo. Sorte que o TRE não tomou conhecimento e não averiguou.

Corretores I

A eleição do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Sergipe acontecem nesta quarta-feira (7), e uma coisa chama a atenção, o “eterno” mandato dos Sobral na gestão da autarquia federal. Sérgio Sobral se afastou da presidência do órgão e permitiu que o seu filho, Fausto Sobral, o Faustinho, assumisse gestão.

Corretores II

Faustinho, por sua vez, é secretário de Obras de Itaporanga e acumula as duas funções em órgão federal e município. Fontes revelam que o Ministério Público, Federal e Estadual, já está sendo notificado da situação. A informação é que outros membros da mesma família fazendo parte do conselho. Com a palavra o Creci-SE…

Julho Verde I

Ciente que o diagnóstico precoce é um dos principais aliados para aumentar as chances de cura, neste “Julho Verde”, a deputada estadual Janier Mota (PL) – presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) – reforça a necessidade de promover o amplo acesso à prevenção e ao combate do câncer de cabeça e de pescoço entre os sergipanos.

Julho Verde II

Em 2020, a parlamentar foi autora do Projeto de Lei que instituiu o “Julho Verde”, mês dedicado ao combate ao câncer de cabeça e pescoço, com o objetivo de integrar o calendário oficial das datas e eventos em Sergipe. O projeto se transformou em lei no dia 9 de outubro do ano passado, quando foi sancionado pelo governador do Estado, Belivaldo Chagas.

Janier Mota I

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP), o surgimento de câncer na região da cabeça e pescoço – como boca, lábios, cavidade oral, laringe, faringe, garganta, tireoide – é responsável pela morte de cerca de 10 mil pessoas por ano no Brasil. Ainda de acordo com a entidade, trata-se do segundo maior câncer em frequência no país, ficando atrás apenas do câncer de próstata para o homem e do câncer de mama para a mulher, se igualando ao câncer de cólon e reto.

Janier Mota II

“O “Julho Verde” é uma campanha que já existia em âmbito internacional e nacional, além do mais, 27 de julho é marcado pelo Dia Mundial de Combate ao Câncer de Cabeça e Pescoço. Por isso, vi a necessidade de Sergipe adotar, mais ainda neste mês de julho, medidas em benefício da população, como forma de precaução contra o alastramento dos diversos tipos de câncer que afetam a região da cabeça e pescoço. Sabemos bem que o câncer quando descoberto no início aumenta e muito as chances de cura”, afirma Janier Mota.

Janier Mota III

A deputada reforça ainda que, em meio a pandemia da Covid-19, onde o medo do contágio do vírus levou muitas pessoas a pararem de ir ao médico, mais do que nunca, os órgãos públicos devem elaborar campanhas que visem à disseminação de informações sobre os riscos, danos, formas de prevenção, fatores de risco relacionadas ao câncer que afetam a cabeça e o pescoço.

Ricardo Marques I

Inconformado com a situação que a Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA) deixou a Avenida Hermes Fontes, em Aracaju, o vereador Ricardo Marques (Cidadania) protocolou um requerimento na Câmara Municipal de Aracaju (CMA) questionando qual etapa está a obra e qual o prazo de conclusão. Em resposta ao requerimento, a prefeitura garantiu que a obra está concluída.

Ricardo Marques II

“Não é isso que eu vejo e acho que a população aracajuana também não. Para mim, vejo que apenas retiraram parte das árvores e colocam um novo asfalto. Porém faltam muitas coisas, por exemplo: os corredores de ônibus não estão em operação; mesmo com certa sinalização, falta ordenamento do trânsito em toda a avenida; trafegar na região do Orlando Dantas está um caos, principalmente perto Gelão; também não há abrigos de ônibus para os usuários do transporte público; a obra do terminal do DIA mal começou, apesar do prazo já ter sido encerrado em março; a acessibilidade também está ruim; e os semáforos inteligentes não entraram em operação de forma efetiva”, lembra o vereador.

Falta de alumínio

“A gestão culpa a pandemia e diz que houve uma falta geral de alumínio, material para a confecção dos abrigos de ônibus. Essa é uma resposta generalizada por vários gestores no país. Mas, de acordo com o presidente executivo da Associação Brasileira do Alumínio, Milton Rego, a produção de alumínio primário não foi interrompida em 2020 e eles projetam um crescimento superior a 10% em 2021”, informa Ricardo.

Muitos aditivos

O parlamentar questiona a quantidade de aditivos feitos na obra, que elevaram o custo, além da demora no prazo para conclusão. “Praticamente todas as obras que tenho fiscalizado da prefeitura recebem aditivos, quase sempre sem justificativa. Essa obra era pra ter sido concluída há quase um ano, o último aditivo venceu em abril e o custo total supera R$ 23 milhões aos cofres públicos”, conclui Ricardo Marques.

Maria do Carmo I

A senadora Maria do Carmo (DEM) protocolou Projeto de Lei (PL 2.396/2021) que prioriza a destinação de recursos mobilizados por meio de incentivos fiscais para pesquisas direcionadas ao enfrentamento da pandemia de Covid-19 e à prevenção de epidemias, até dezembro de 2026.  O PL da democrata sergipana altera a Lei 11.196/2005, a chamada Lei do Bem que, no seu entender, “é um grande contributo para a ciência e a inovação no Brasil”.

Maria do Carmo II

Maria explicou que a Lei do Bem garante incentivos fiscais para pessoas jurídicas que investirem em pesquisas e desenvolvimento de inovações tecnológicas. “A gravidade da pandemia no mundo e, particularmente, no Brasil, escancara o quanto é necessário se preocupar com seus desdobramentos e efeitos negativos que, ainda, perdurarão pelos próximos anos. É de vital importância agilizar a utilização de recursos da iniciativa privada que podem ser viabilizados por essa Lei que é importante e só precisa ser adequada à nova realidade social”, afirmou.

Lei do Bem

Segundo a última Pesquisa Industrial de Inovação Tecnológica (Pintec) de 2017, organizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o total de empresas beneficiadas pela Lei do Bem, no Brasil, passou de 3,5%, em 2014, para 4,7%, no ano da pesquisa. “São dados que mostram que o financiamento é cada vez mais importante para empresas do setor produtivo. E considerando que é uma norma de incentivo à inovação, entendemos ser uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento científico e tecnológico no país”, declarou.

Percentuais baixos

Maria destacou, também, outra pesquisa realizada pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) que evidenciou dados relacionados à divisão setorial de cada uma das empresas contempladas com esse benefício. “Em 2017, 2,37% delas pertenciam ao setor de atividades profissionais, científicas e técnicas, 1,22% ao segmento de água, esgoto e gestão de resíduos e descontaminação e 0,41% ao de saúde humana e serviços sociais”, disse.

Alô Laranjeiras!

Este colunista já tinha chamado atenção aqui, mas agora vai se dirigir diretamente ao município de Laranjeiras: não há nada de errado entre os que fazem oposição ao atual prefeito; todo mundo tem o direito de cobrar e reivindicar, mas não dá para ficar usando crianças em vídeos atacando a gestão. Além de ser crime, geralmente tanto elas quanto muitos idosos geralmente não têm a percepção que estão sendo usadas apenas para interesses políticos. Os órgãos fiscalizadores devem acompanhar isso…

Lançamento de Livro I

Com o título ‘Juiz de Garantias e Discricionariedade Judicial’, o livro publicado no último dia 22 é fruto da dissertação de mestrado do delegado da polícia civil de Sergipe, Antônio Wellington Brito Júnior. Destinada aos acadêmicos de direito e profissionais da área jurídica, a obra tem como foco a crítica ao entendimento cautelar do Supremo Tribunal Federal (STF) quanto à suspensão da eficácia dos dispositivos do Pacote Anticrime que diziam respeito ao juiz de garantias.

Lançamento de Livro II

Por meio do livro, o autor propõe a constitucionalidade do juiz de garantias e traça mecanismos para evitar o subjetivismo judicial excessivo, atenuando a discricionariedade pejorativa que alguns denominam de decisionismo ou solipsismo. “Reconhecer que a vontade é atributo ineliminável das decisões leva ao reconhecimento da imprescindibilidade de um juiz de garantias, cuja competência fique restrita à fase preambular da persecução criminal”, explica o delegado.

Pacote Anticrime

A Lei 13.964, também conhecida como o ‘Pacote Anticrime’, entrou em vigor em janeiro de 2020, sendo que o STF suspendeu alguns dispositivos, dentre eles o juiz de garantias. O seu texto originário determina a existência de um juiz para as medidas pré-processuais cautelares e um outro juiz para julgar o processo.

Hospital Cirurgia I

Em franca reestruturação desde o início da Intervenção Judicial em novembro de 2018, o Hospital de Cirurgia foi selecionado para participar do Projeto “Paciente Seguro”, do Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre/RS, vinculado ao Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS). Em Sergipe, somente o Cirurgia e outra unidade hospitalar foram escolhidos.

Hospital Cirurgia II

O Projeto “Paciente Seguro” tem como objetivo melhorar a segurança do paciente em hospitais do Brasil que atendem por meio do SUS, com base no Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP) – instituído pelo Ministério da Saúde, em 2013, com a finalidade de contribuir para qualificação do cuidado em saúde, minimizando riscos inerentes à assistência. No Hospital de Cirurgia, desde dezembro de 2018, já existe o Núcleo de Segurança do Paciente (NSP), que, de lá para cá, vem implementando os protocolos de Segurança do Paciente (PSP) e realizando o monitoramento dos seus indicadores.

Márcia Guimarães

“Sem dúvidas, a participação do nosso hospital no Projeto “Paciente Seguro” será excelente para o fortalecimento das atividades desenvolvidas pelo nosso NSP, contribuindo para uma prestação de assistência mais segura aos nossos pacientes. Por isso, fiquei muito feliz e grata com a escolha do Cirurgia. Vale lembrar que este é o segundo projeto vinculado ao Proadi-SUS que participamos. Em 2018, logo no início da intervenção, entramos no Projeto de Reestruturação de Hospitais, que foi essencial para o nosso renascimento, pois estávamos com alta fragilidade financeira, administrativa e assistencial”, relata a interventora judicial do Hospital de Cirurgia, a enfermeira Márcia Guimarães.

MRV

A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), estima que as vendas de imóveis devem crescer em 35% em 2021. Com essa projeção muitas empresas já reforçam seus lançamentos. Com 10 anos de atuação no mercado sergipano, a MRV, plataforma de soluções habitacionais, anuncia o lançamento do residencial Praia de Atalaia, um empreendimento com 404 apartamentos construído em uma das regiões mais promissoras de Aracaju.

Condomínio fechado

O novo lançamento da plataforma habitacional, o condomínio fechado Praia de Atalaia, tem unidades que se enquadram ao programa habitacional Casa Verde e Amarela e será construído em um terreno de 4.300,50 m² localizado AV. Dr. Carlos Rodrigues da Cruz, na Região do Centro Administrativo. Ao todo serão investidos cerca de R$ 600 milhões para a obra do empreendimento, que é o primeiro da MRV na região, uma das mais procuradas por quem deseja comprar um imóvel devido sua infraestrutura com supermercados, hospital, terminal rodoviário, fácil acesso para universidades, como UFS e Pio X.

O empreendimento

Ao todo o condomínio terá 404 unidades de dois quartos com garagem e ente os grandes diferenciais do residencial estão a instalação de placas fotovoltaicas para a geração de energia solar para atender os espaços comuns do condomínio. Na área de lazer, os futuros moradores vão contar com salão de festas, playground, salão de jogos, piscinas adulto e infantil, churrasqueira, pomar, bicicletário. As unidades do torres dos potiguaras podem ser adquiridas a partir de R$142.900,00. Entre as facilidades comerciais estão a possibilidade de parcelamento da entrada em até 38 vezes e taxas grátis.

CRÍTICAS E SUGESTÕES

habacuquevillacorte@gmail.com e habacuquevillacorte@hotmail.com

 

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